A velha mentalidade do empresário que determina aos funcionários deixarem os problemas “da porta para fora” já não funciona. A empresa que quiser praticar essa máxima terá de arcar com um custo elevado de turn over e será obrigada a investir mais na preparação de seus recursos humanos. Mesmo assim, ainda correrá o risco de perder pessoal já qualificado para a concorrência.

Os problemas atuais afetam a sociedade em geral. Congestionamentos no trânsito exigem que as pessoas saiam cada vez mais cedo de casa para cumprir o horário de trabalho; transportes públicos lotados geram desconforto e irritação; recessão econômica provoca insegurança com relação ao futuro; inflação elevada faz com que a pessoas a cada mês tenham menor poder de compra com o mesmo salário.

Convenhamos, diante de tantos motivos que causam preocupação e estresse, fica difícil para uma pessoa ter tranquilidade para trabalhar. Quando ainda enfrenta problema pessoal – violência urbana, perda de parente, algum tipo de discriminação pela opção sexual, religião ou raça -, pode vivenciar o “caos interno” e, por mais que não demonstre, jamais atingirá o máximo de sua produtividade.

Está comprovado que a falta de plena saúde física ou mental pode atingir a autoestima do indivíduo, provocando absenteísmos, agressividade, depressão, dentre outras consequências, algumas das quais imperceptíveis à atenção de chefes e empregadores. Quando o problema estoura muitas vezes é tarde e o prejuízo é certo.

A falta de uma “válvula de escape” só aumenta a pressão interna. Muitas empresas tentam lidar com essas questões  por meio de seu departamento de RH ou de assistência social. São boas iniciativas, porém, às vezes inócuas, pois há funcionário que não se sente à vontade para contar seus segredos e fraquezas aos colegas, mesmo sendo especializados.

Para lidar com situações como essa as empresas podem contar com o PAE (Programa de Apoio ao Empregado). Trata-se de um grupo de profissionais de psicologia, assistência social, dentre outros, preparados para lidar com os mais variados tipos de problemas dos seres humanos.

Um aspecto muito importante desse formato de apoio é que o funcionário pode até desabafar, contar os motivos de seu sofrimento ou de sua revolta e se manter no anonimato. Mesmo assim recebe orientação profissional e dicas sobre os procedimentos corretos para sair daquela situação. Ninguém fica sem resposta.

O atendimento é prestado pelo telefone, inclusive fora do horário de expediente e, nos casos extremos, 24 horas por dia.

O PAE opera com eficiência comprovada há muitos anos na Europa, Estados Unidos e outros países. Chegou no Brasil e já ajudou milhares de pessoas de várias empresas.

O valor é surpreendentemente baixo, e as vantagens são enormes. Vale a pena consultar para saber a abrangência da atuação e avaliar a relação custo/benefício.

Entre em contato com a Inter Plaza e obtenha todas as informações gratuitamente. Caso prefira, poderá até receber a visita de um consultor especializado, também sem nenhum custo.

Lembre-se: um funcionário motivado, com apoio para enfrentar os reveses da vida produzirá mais e melhor.

 

 

Por Luccia Fêrrér

Diretora da Inter Plaza, empresa especializada em planos de saúde, plano odontológico, seguro saúde, medicina ocupacional (medicina do trabalho: PPRA, PCMSO, ASO, CIPA) e Programa de Apoio ao Empregado (PAE)